
Psicóloga para compulsão alimentar e comer emocional, inclusive durante e após o uso de Mounjaro
Atendimento psicológico para mulheres que querem sair do ciclo de perda de controle, culpa e comer emocional e construir uma relação mais segura com a comida, com ou sem o uso de canetas emagrecedoras.
Atendimento psicológico 100% on-line.
O primeiro passo é a Sessão de Avaliação: um encontro individual para entender seu momento e identificar por onde começar.
A comida virou o lugar onde a emoção vai parar
Tenta controlar durante a semana, mas quando a emoção aperta, tudo fica mais difícil
- Come por ansiedade, estresse, cansaço, frustração ou tédio, muitas vezes mesmo sem fome.
- Alterna entre restrição e episódios de perda de controle com a comida, seguidos de culpa.
- Entra no pensamento do tudo ou nada: “já saí do plano, agora tanto faz”.
- Já conhece dietas, cardápios e regras, mas percebe que saber o que fazer não é suficiente quando os gatilhos emocionais aparecem.
A fome diminuiu, mas o comer emocional não desapareceu
- Ainda sente vontade de comer por ansiedade, estresse ou outras emoções, mesmo quando a fome física está menor.
- Sente culpa quando come mais do que planejou ou quando sai das próprias regras.
- Tem medo de recuperar o peso ou voltar aos antigos padrões se a fome mudar ou a medicação for reduzida ou suspensa.
- Às vezes pensa: “e se eu não conseguir sem a caneta?”
Se algo aqui soou familiar, talvez o que esteja faltando não seja mais força de vontade, mas compreender o que sustenta esse ciclo e desenvolver outras formas de responder a ele.
Comer emocionalmente não é simplesmente falta de disciplina.
O comer emocional pode se tornar uma forma aprendida de lidar com ansiedade, estresse, frustração, cansaço, tédio ou até de buscar prazer, alívio e recompensa.
Por isso, saber o que “deveria comer” nem sempre é suficiente. E mesmo quando uma caneta emagrecedora modifica a fome e a saciedade, os gatilhos emocionais e os padrões que favorecem a perda de controle com a comida podem continuar presentes.
É nesse terceiro ponto que o meu acompanhamento atua: compreender o que dispara o comer emocional e a compulsão alimentar e desenvolver habilidades psicológicas para ampliar suas possibilidades de escolha diante desses momentos.
Para quem está cansada de recomeçar
Vai além de saber o que comer
Aqui, o foco não é prescrever uma nova dieta ou um cardápio. É compreender e trabalhar os pensamentos, emoções e padrões de comportamento que sustentam o comer emocional e a perda de controle com a comida.
Tem um caminho estruturado
É um protocolo clínico para comer emocional e compulsão alimentar, com etapas, objetivos e ferramentas que são adaptados à sua história e às suas necessidades.
Integra abordagens baseadas em evidências
O acompanhamento integra recursos da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), Terapia Comportamental Dialética (DBT), Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), Mindfulness (Atenção Plena) e Mindful Eating (Comer com Atenção Plena), aplicados ao comportamento alimentar.
Constrói autonomia para além da terapia
O objetivo não é nunca mais sentir vontade de comer ou passar por momentos difíceis. É desenvolver habilidades psicológicas para reconhecer o que está acontecendo e escolher como responder, inclusive durante e após o uso de canetas emagrecedoras.
O Método RAIZ
O Método RAIZ organiza o acompanhamento em quatro movimentos: Reconhecer, Acolher, Integrar e Zelar. O caminho é ajustado à sua história, às suas necessidades e, quando for o caso, ao seu momento com a medicação.
Reconhecer
Entender o seu ciclo
Identificar o que acontece antes da perda de controle: situações, pensamentos, emoções e o impulso que surge antes de o comportamento entrar no piloto automático.
Acolher
Atravessar os primeiros minutos da vontade
Criar espaço entre o impulso e a ação para escolher como responder, inclusive quando a escolha for comer, sem transformar isso em culpa ou fracasso.
Entender o que a comida estava tentando oferecer
Reconhecer a função emocional do comer, como alívio, pausa, recompensa ou companhia, e desenvolver outras possibilidades de responder ao que você precisa naquele momento.
Integrar
Voltar a confiar nos seus sinais
Diferenciar fome, vontade de comer e gatilhos emocionais, levando em conta que fome e saciedade também podem mudar durante o uso de canetas emagrecedoras.
Sair do 8 ou 80
Flexibilizar regras, restrições e compensações para que um episódio difícil não vire motivo para abandonar o cuidado e “recomeçar na segunda-feira”.
Zelar
Uma vida que não se mede só pela balança
Construir outras referências para perceber como você está, para que peso, comida ou o efeito da medicação não sejam as únicas medidas.
Seu Radar de Recaída
Aprender a reconhecer cedo os seus sinais de alerta e construir um plano para fases mais difíceis, inclusive diante de mudanças ou da suspensão da medicação, sempre em diálogo com o seu médico.
Cada processo terapêutico é único. O ritmo e as mudanças variam conforme a história, as necessidades e o envolvimento de cada pessoa ao longo do processo. Os aspectos apresentados representam possibilidades de trabalho, não promessa de resultados.
Na Sessão de Avaliação, identificamos juntas por onde começar e qual formato de acompanhamento faz sentido para o seu momento.
Quero conhecer o Método RAIZ
Acompanhamento psicológico durante o uso de Mounjaro e outras canetas emagrecedoras
Mounjaro (tirzepatida), Ozempic, Wegovy e outras canetas emagrecedoras podem modificar significativamente a fome e a saciedade. Mas reduzir a fome não significa, necessariamente, aprender a lidar com o comer emocional, a compulsão alimentar, a ansiedade, a culpa ou os gatilhos que levam à perda de controle com a comida.
O acompanhamento psicológico cuida justamente dessa parte: como você se relaciona com a comida e responde ao que sente, considerando as mudanças que a medicação traz para a fome e a saciedade. No Método RAIZ, isso pode envolver:
- Diferenciar fome, vontade de comer e gatilhos emocionais quando os sinais do corpo mudam.
- Desenvolver habilidades psicológicas para criar espaço entre a vontade e a ação, sem perder a liberdade de escolher comer.
- Construir recursos para que a segurança com a comida não dependa apenas da redução da fome.
Medo de reganho de peso após Mounjaro e outras canetas emagrecedoras
Pensar na redução ou suspensão da medicação pode trazer o medo de recuperar o peso e voltar aos antigos padrões com a comida, com pensamentos como “vou engordar tudo de novo”. No movimento Zelar, trabalhamos a prevenção de recaídas: reconhecer sinais de alerta e construir um plano para as fases mais vulneráveis, sem transformar um episódio difícil na sensação de que “voltou tudo ao começo”.
Um caminho estruturado para trabalhar o comer emocional e a perda de controle
Ao longo de 14 sessões, trabalhamos os padrões da compulsão alimentar e do comer emocional que mantêm sua relação difícil com a comida e desenvolvemos habilidades psicológicas para que você consiga responder de outra forma aos gatilhos, à ansiedade e aos momentos de maior vulnerabilidade.
O acompanhamento é personalizado ao seu momento, inclusive se você estiver usando ou já tiver usado canetas emagrecedoras.
Durante o acompanhamento, você terá
- Sessões individuais online, semanais, de 50 minutos
- Ferramentas práticas para aplicar entre as sessões
- Suporte pelo WhatsApp
- Check-ins semanais de evolução
- Encontros mensais de autoconhecimento em grupo
- Materiais exclusivos do Método RAIZ
- Nota fiscal das sessões

Prazer, eu sou Mariana Carmo
Sou psicóloga há 13 anos e, há 9 anos, me dedico ao comportamento alimentar, comer emocional e transtornos alimentares. Acompanho mulheres que vivem o ciclo de dieta, culpa e perda de controle com a comida, inclusive durante e após o uso de canetas emagrecedoras.
Ao longo desses anos, percebi que muitas mulheres já sabem o que “deveriam fazer” com a alimentação. A dificuldade aparece justamente quando a ansiedade, o estresse ou outras emoções entram em cena.
Foi a partir da minha experiência clínica e da integração de abordagens baseadas em evidências que desenvolvi a minha metodologia de tratamento, o Método RAIZ: uma forma estruturada de acompanhamento para compreender o que sustenta o comer emocional e desenvolver habilidades psicológicas para construir uma relação mais segura com a comida.
- Psicóloga, CRP 16/3681
- Especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental
- Pós-graduada em Comportamento Alimentar e Transtornos Alimentares
- Formação em TCC para Transtornos Alimentares
- Formação em DBT para Compulsão Alimentar e Comer Emocional Problemático
- Formação em Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT)
- Formação profissional em MB-EAT (Consciência Alimentar Baseada em Mindfulness)
- Professora em cursos de pós-graduação e palestrante
O que dizem as pacientes
“Convivi com a compulsão alimentar por quase 10 anos. Eu sabia que havia algo errado na minha relação com a comida, mas não sabia o que era, até iniciar a terapia. Usei o [Mounjaro] para acelerar a perda de peso, mas tive que parar durante um tempo, e posso afirmar que, se não fosse a terapia, eu teria voltado aos velhos hábitos de antes do medicamento.”
“Tenho me sentido muito mais segura. Ela me traz a prática, mas também o afeto. Já me sinto com muito mais consciência na hora da alimentação, do porquê estou comendo e se eu realmente quero comer. E se eu me permitir sair do plano, tudo bem: bora retornar e seguir com o meu processo.”
“Cheguei sem nenhum controle quanto ao que comer, quanto comer, como comer. Já havia desaprendido noções de saciedade e fome, e ela tem me mostrado, com muita didática, paciência e empatia, os mecanismos para conhecer melhor cada um desses pontos. […] Tenho conseguido pensar antes de agir.”
“Sempre é muito acolhedora a sessão com a Mariana, sem julgamentos. Eu me sinto ouvida, acolhida e compreendida. Fazer terapia com ela foi um divisor de águas na minha vida. Nossas sessões são on-line e muitas vezes me senti abraçada por ela.”
“Procurei ela com urgência e ela de prontidão me atendeu. Desde então vem me ajudando a olhar para o meu processo pós-bariátrica com carinho, paciência e valorização das conquistas já alcançadas. Indico de olhos fechados.”
Trechos de avaliações públicas no Google, reproduzidos com o primeiro nome e a inicial. Cada processo terapêutico é único.
Comece pela Sessão de Avaliação
Uma sessão individual e online para entender o seu momento, a sua relação com a comida e o que precisa ser trabalhado antes de iniciar um acompanhamento.
Programa de Acompanhamento RAIZDa raiz emocional do comer a uma relação mais segura com a comida, que se sustenta para além do acompanhamento.
- 14 sessões individuais online, semanais, de 50 minutos
- Suporte pelo WhatsApp e check-ins semanais
- Encontros mensais em grupo e materiais de apoio
- O acompanhamento começa pela Sessão de Avaliação
Valores e horários disponíveis são enviados pelo WhatsApp. Eu mesma respondo, em horário comercial.
- Você me chama no WhatsApp e escolhemos um horário.
- Na avaliação, olhamos para a sua história com a comida, seus gatilhos e os momentos em que acontece o comer emocional ou a perda de controle. Se você estiver usando uma caneta emagrecedora, também avaliamos como a medicação tem impactado sua fome e sua relação com a comida.
- A partir dessa avaliação, elaboramos um plano de tratamento personalizado para o seu momento.
- Você conhece a proposta do Programa de Acompanhamento RAIZ e decide com calma se faz sentido seguir.
Dúvidas sobre terapia, comer emocional e Mounjaro
A psicoterapia pode ajudar quem usa Mounjaro?+
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Como lidar com o medo de engordar depois de parar o Mounjaro?+
A psicoterapia pode ajudar na manutenção do peso após as canetas emagrecedoras?+
Preciso ter um diagnóstico de transtorno alimentar?+
A terapia substitui o médico ou a nutricionista?+
Para quem esse acompanhamento não é indicado?+
Moro fora do Brasil. Posso fazer o acompanhamento?+

Você não precisa de mais uma dieta. Precisa tratar a raiz.
Quando a ansiedade aperta e a vontade de comer aparece, saber o que você “deveria fazer” nem sempre é suficiente.
É preciso entender o que dispara o comer emocional e a perda de controle com a comida e desenvolver habilidades psicológicas para responder de outra forma a esses momentos.
É esse o trabalho que fazemos juntas, sessão a sessão.