Vai além de saber o que comer
Aqui, o foco não é prescrever uma nova dieta ou um cardápio. É compreender e trabalhar os pensamentos, emoções e padrões de comportamento que sustentam o comer emocional e a perda de controle com a comida.

Atendimento psicológico para mulheres que querem sair do ciclo de perda de controle, culpa e comer emocional e construir uma relação mais segura com a comida, com ou sem o uso de canetas emagrecedoras.
Atendimento psicológico 100% on-line.
O primeiro passo é a Sessão de Avaliação: um encontro individual para entender seu momento e identificar por onde começar.
Se algo aqui soou familiar, talvez o que esteja faltando não seja mais força de vontade, mas compreender o que sustenta esse ciclo e desenvolver outras formas de responder a ele.
O comer emocional pode se tornar uma forma aprendida de lidar com ansiedade, estresse, frustração, cansaço, tédio ou até de buscar prazer, alívio e recompensa.
Por isso, saber o que “deveria comer” nem sempre é suficiente. E mesmo quando uma caneta emagrecedora modifica a fome e a saciedade, os gatilhos emocionais e os padrões que favorecem a perda de controle com a comida podem continuar presentes.
É nesse terceiro ponto que o meu acompanhamento atua: compreender o que dispara o comer emocional e a compulsão alimentar e desenvolver habilidades psicológicas para ampliar suas possibilidades de escolha diante desses momentos.
Aqui, o foco não é prescrever uma nova dieta ou um cardápio. É compreender e trabalhar os pensamentos, emoções e padrões de comportamento que sustentam o comer emocional e a perda de controle com a comida.
É um protocolo clínico para comer emocional e compulsão alimentar, com etapas, objetivos e ferramentas que são adaptados à sua história e às suas necessidades.
O acompanhamento integra recursos da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), Terapia Comportamental Dialética (DBT), Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), Mindfulness (Atenção Plena) e Mindful Eating (Comer com Atenção Plena), aplicados ao comportamento alimentar.
O objetivo não é nunca mais sentir vontade de comer ou passar por momentos difíceis. É desenvolver habilidades psicológicas para reconhecer o que está acontecendo e escolher como responder, inclusive durante e após o uso de canetas emagrecedoras.
O Método RAIZ organiza o acompanhamento em quatro movimentos: Reconhecer, Acolher, Integrar e Zelar. O caminho é ajustado à sua história, às suas necessidades e, quando for o caso, ao seu momento com a medicação.
Identificar o que acontece antes da perda de controle: situações, pensamentos, emoções e o impulso que surge antes de o comportamento entrar no piloto automático.
Criar espaço entre o impulso e a ação para escolher como responder, inclusive quando a escolha for comer, sem transformar isso em culpa ou fracasso.
Reconhecer a função emocional do comer, como alívio, pausa, recompensa ou companhia, e desenvolver outras possibilidades de responder ao que você precisa naquele momento.
Diferenciar fome, vontade de comer e gatilhos emocionais, levando em conta que fome e saciedade também podem mudar durante o uso de canetas emagrecedoras.
Flexibilizar regras, restrições e compensações para que um episódio difícil não vire motivo para abandonar o cuidado e “recomeçar na segunda-feira”.
Construir outras referências para perceber como você está, para que peso, comida ou o efeito da medicação não sejam as únicas medidas.
Aprender a reconhecer cedo os seus sinais de alerta e construir um plano para fases mais difíceis, inclusive diante de mudanças ou da suspensão da medicação, sempre em diálogo com o seu médico.
Cada processo terapêutico é único. O ritmo e as mudanças variam conforme a história, as necessidades e o envolvimento de cada pessoa ao longo do processo. Os aspectos apresentados representam possibilidades de trabalho, não promessa de resultados.
Na Sessão de Avaliação, identificamos juntas por onde começar e qual formato de acompanhamento faz sentido para o seu momento.
Quero conhecer o Método RAIZ
Mounjaro (tirzepatida), Ozempic, Wegovy e outras canetas emagrecedoras podem modificar significativamente a fome e a saciedade. Mas reduzir a fome não significa, necessariamente, aprender a lidar com o comer emocional, a compulsão alimentar, a ansiedade, a culpa ou os gatilhos que levam à perda de controle com a comida.
O acompanhamento psicológico cuida justamente dessa parte: como você se relaciona com a comida e responde ao que sente, considerando as mudanças que a medicação traz para a fome e a saciedade. No Método RAIZ, isso pode envolver:
Pensar na redução ou suspensão da medicação pode trazer o medo de recuperar o peso e voltar aos antigos padrões com a comida, com pensamentos como “vou engordar tudo de novo”. No movimento Zelar, trabalhamos a prevenção de recaídas: reconhecer sinais de alerta e construir um plano para as fases mais vulneráveis, sem transformar um episódio difícil na sensação de que “voltou tudo ao começo”.
Ao longo de 14 sessões, trabalhamos os padrões da compulsão alimentar e do comer emocional que mantêm sua relação difícil com a comida e desenvolvemos habilidades psicológicas para que você consiga responder de outra forma aos gatilhos, à ansiedade e aos momentos de maior vulnerabilidade.
O acompanhamento é personalizado ao seu momento, inclusive se você estiver usando ou já tiver usado canetas emagrecedoras.

Sou psicóloga há 13 anos e, há 9 anos, me dedico ao comportamento alimentar, comer emocional e transtornos alimentares. Acompanho mulheres que vivem o ciclo de dieta, culpa e perda de controle com a comida, inclusive durante e após o uso de canetas emagrecedoras.
Ao longo desses anos, percebi que muitas mulheres já sabem o que “deveriam fazer” com a alimentação. A dificuldade aparece justamente quando a ansiedade, o estresse ou outras emoções entram em cena.
Foi a partir da minha experiência clínica e da integração de abordagens baseadas em evidências que desenvolvi a minha metodologia de tratamento, o Método RAIZ: uma forma estruturada de acompanhamento para compreender o que sustenta o comer emocional e desenvolver habilidades psicológicas para construir uma relação mais segura com a comida.
“Convivi com a compulsão alimentar por quase 10 anos. Eu sabia que havia algo errado na minha relação com a comida, mas não sabia o que era, até iniciar a terapia. Usei o [Mounjaro] para acelerar a perda de peso, mas tive que parar durante um tempo, e posso afirmar que, se não fosse a terapia, eu teria voltado aos velhos hábitos de antes do medicamento.”
“Tenho me sentido muito mais segura. Ela me traz a prática, mas também o afeto. Já me sinto com muito mais consciência na hora da alimentação, do porquê estou comendo e se eu realmente quero comer. E se eu me permitir sair do plano, tudo bem: bora retornar e seguir com o meu processo.”
“Cheguei sem nenhum controle quanto ao que comer, quanto comer, como comer. Já havia desaprendido noções de saciedade e fome, e ela tem me mostrado, com muita didática, paciência e empatia, os mecanismos para conhecer melhor cada um desses pontos. […] Tenho conseguido pensar antes de agir.”
“Sempre é muito acolhedora a sessão com a Mariana, sem julgamentos. Eu me sinto ouvida, acolhida e compreendida. Fazer terapia com ela foi um divisor de águas na minha vida. Nossas sessões são on-line e muitas vezes me senti abraçada por ela.”
“Procurei ela com urgência e ela de prontidão me atendeu. Desde então vem me ajudando a olhar para o meu processo pós-bariátrica com carinho, paciência e valorização das conquistas já alcançadas. Indico de olhos fechados.”
Trechos de avaliações públicas no Google, reproduzidos com o primeiro nome e a inicial. Cada processo terapêutico é único.
Uma sessão individual e online para entender o seu momento, a sua relação com a comida e o que precisa ser trabalhado antes de iniciar um acompanhamento.
Programa de Acompanhamento RAIZDa raiz emocional do comer a uma relação mais segura com a comida, que se sustenta para além do acompanhamento.
Valores e horários disponíveis são enviados pelo WhatsApp. Eu mesma respondo, em horário comercial.

Quando a ansiedade aperta e a vontade de comer aparece, saber o que você “deveria fazer” nem sempre é suficiente.
É preciso entender o que dispara o comer emocional e a perda de controle com a comida e desenvolver habilidades psicológicas para responder de outra forma a esses momentos.
É esse o trabalho que fazemos juntas, sessão a sessão.